Arquivo da categoria: falta de gentileza

Pensamos muito e sentimos pouco!

” O caminho da vida pode ser livre e bonito, mas nós perdemos o caminho… Desenvolvemos velocidade, mas nos fechamos dentro de nós mesmos. A tecnologia, que traz abundância, deixou-nos carentes. Nosso conhecimento nos tornou cínicos; nossa esperteza, duros e insensíveis. Pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que tecnologia, necessitamos de humanidade; mais do que esperteza, necessitamos de bondade e gentileza.

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Quando a falta de gentileza rende indenização!

Gentileza e falta de gentileza são temas tão relevantes no dia a dia das pessoas e da nossa comunidade que não foi a primeira vez que assisto uma reportagem sobre o tema na TV. Ontem o Jornal Hoje exibiu uma matéria que mostra que falta de gentileza e descontrole podem custar caro! Fala-se muito de excelência no atendimento de um estabelecimento. Mas, e quando é o cliente que não é “excelente” no meu estabelecimento?  

Por não conseguir fazer uma operação bancária, um cliente de um banco em Brasília se irritou e começou a xingar a funcionária. O vigilante do banco se aproximou para tentar ajudar e também foi maltratado. “Mandou eu sair de perto dele, que eu não resolvia nada, que eu não fazia nada, que eu não era ninguém para resolver o problema dele. Ficou falando um monte de palavrões”, conta o vigia.

O cliente agressivo foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e vai pagar uma indenização de R$ 2 mil para cada um dos envolvidos. Os profissionais que lidam diretamente com o público passam, comumente, por situações de conflito como no caso de Brasília. Maria Helena Suxberger, dona de uma loja de roupas, afirma que todos os dias atende clientes que já chegam nervosos à loja.“Quando dá algo errado, ‘você me empurrou a roupa’, ‘eu comprei por sua culpa’. Acho que não é por aí”, diz.

De acordo com a psicóloga Carla Manzi, o descontrole frequente das pessoas pode estar ligado à competitividade do mundo moderno e ao estresse que ela gera. “As pessoas não conseguem elaborar isso no decorrer da vida e vão somatizando. Essa somatização faz com que, em um determinado momento e às vezes sem motivo muito significativo, a pessoa tenha essa reação explosiva”.

Antigos valores

Em Brasília, um grupo está preocupado em resgatar antigos valores e criou a campanha “Gentileza Gera Amor e Paz”, que já é um sucesso. “A ideia é estimular o lado bom do ser humano e fazer com que as pessoas façam parte dessa corrente do bem”, afirma a psicóloga Nartan Lemos. Quando conversar não der certo, a saída é procurar os direitos na Justiça. “Você sabe que tem direito. A pessoa não pode fazer isso com você nem ficar te humilhando a qualquer momento, em qualquer lugar, por qualquer coisa”, afirma o vigilante.

Confira a reportagem!

Fonte: Jornal Hoje

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A gentileza de uma atitude!

É diante de uma adversidade que percebemos a iniciativa (ou a falta de iniciativa) de algumas pessoas. Tem gente que surpreende positivamente com atitudes que fazem toda a diferença. O vídeo acima revela que ao se deparar com um obstáculo (difícil mas não impossível) a iniciativa de uma criança “salvou” o tempo e a rotina de muita gente que estava se conformando em ficar reclamando e parada por sabe-se lá quanto tempo no mesmo local. Outros deram marcha ré e seguiram por outro caminho sem obstáculos, mesmo que o trajeto ao destino final seja mais longo. Fugir de um problema é sempre mais prático, mas nem sempre eficaz. Ainda prefiro acreditar que existem pessoas solidárias neste mundo, mas que precisam de um empurrãozinho para tomar uma atitude. Graças a ingenuidade e a leveza de uma criança posso dizer: Quanta gentileza!

“Não se pode começar a voar voando. Primeiro é preciso aprender a andar e o primeiro passo é entender que aquele que não obedece a si mesmo é regido pelos outros. É muito mais fácil obedecer ao outro do que dirigir a si mesmo” (Nietzsche)

* Por Tammy de Andrade

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A falta de gentileza de quem te deixa com fome!

8h30 – Meu colega de trabalho chegou na empresa e foi direto até o refeitório deixar seu almoço no freezer. Era uma lasanha bolonhesa da Sadia. Ao chegar lá notou que havia uma outra lasanha do mesmo sabor, só que de uma marca desconhecida, uma Tabajara qualquer…

12h30 – Hora do almoço! Hora de colocar a lasanha no microondas…”Owww, catzo, quem comeu a minha lasanha? PQP!!!”, gritou o meu colega.

E eis que surge uma voz apaziguadora se aproximando da geladeira…

– Ô meu, desculpa aeee, acabei pegando sem querer a sua lasanha da Sadia…ahhhh, mas come a minha aí, é o mesmo sabor, vai! Qual o problema? Se justificou o “rapailão” minimizando o “erro”.

TOC, TOC, TOC…tem alguém aí nessa cara de pau????

O problema é que meu amigo foi até o mercado e comprou a lasanha da sua preferência, pagou mais caro provavelmente, justamente porque ele queria comer AQUELA lasanha, concorda? E não a tabajara…

Essa história rendeu muitas risadas. Foi divertido imaginar a cara de surpresa dele abrindo o freezer, xingando e tal… Tudo muuuito engraçado até o dia que o mesmo aconteceu C-O-M-I-G-O!

Lá estava eu numa pequena e simpática cidade do interior de São Paulo fazendo um job de 45 dias numa TV regional…uma correria danada, mal tinha tempo de almoçar porque os horários eram incertos, fechamento, factual, tudo pra ontem, uma loucura. Confesso que nas duas primeiras semanas não me lembro de ter almoçado. Tive uma ideia genial! Decidi então levar o famoso MARMITÉC pra “firma”.

Cara, nunca vou me esquecer desse dia. Acordei as 5 da matina, preparei uma saladinha que estava uma dilícia, de verdade! Cheguei na TV (deu pra perceber que bem cedo, né), coloquei aquela embalagem de alumínio dentro da sacolinha “prástica” e bora pra geladeira…

E eu? Bora fazer matéria na rua!

Só voltei pra redação por volta das 13h. A fome já tava de lascar…e quando tenho fome não consigo raciocinar direito, sabe? Fui direto pra copa pegar minha saladinha dilícia…e tchan tchan tchan tchan…Cadê a porra da minha salada que eu mesma preparei as c-i-n-c-o-d-a-m-a-n-h-ã?

Revirei a geladeira…NADA!

Revirei o lixo (sim, eu fiz isso)…NADA!

Fui perguntar pra copeira se ela viu um marmitex correndo por aí…NADA!

Quem foi o “desinfeliz”????

Perdi completamente o humor aquele dia. Lembrei tanto do Celso (meu ex-colega de trabalho)…cara, como pude rir tanto do Celso após o episódio da lasanha??? Como???? Como?????

13h30 – A manicure estava me esperando e compartilhei o que havia acontecido comigo. Elas foram tão solidárias…

– “Tammy, trabalhei numa loja que tinha uma pessoa que tomava todo dia o danu’p da galera e ainda tinha a cara de pau de colocar a tampinha de alumínio de volta. Até que uma vez coloquei laxante no iogurte, fechei com cola a tampinha e coloquei na geladeira…não deu outra! Bingo! Um colega nosso ligou pra patroa no dia seguinte pra dizer que não estava se sentindo muito bem e não ia trabalhar, problema estomacal.” Ah tá, diarreia mudou de nome agora? hahahahah…

Mesmo com fome e sem humor ADOREI A IDEIA! Não, mas não tive coragem de fazer o mesmo, mas que deu uma vontade deu…ô se deu! Depois passou. Peguei a estrada de volta pra casa, parei numa loja de conveniência de um posto BR no meio do caminho e tentei comer a pior coxinha da minha vida. Achei melhor esperar e almoçar em casa mesmo…mas isso já eram 16h…a essa altura do campeonato até comecei a achar graça da minha própria história. Até hoje não sei quem foi o ordinário (a)…mas me rendeu um post no blog! rs

Ô gentileza!

* Por Tammy de Andrade

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Soteropolitano!

Alguns meses atrás meu amigo Luciano Daniel escreveu um post muito divertido em seu blog sobre o fim de semana que passou em Salvador. A experiência turística não foi bem como ele imaginava, mas rendeu muitos momentos divertidos relatados num post gostoso de ler. O senso crítico e, principalmente, o senso de humor do Luciano são bem parecidos com o meu (especialmente quando o assunto é atendimento e gentileza). Por isso, decidi compartilhar essa história aqui no Quanta gentileza. Confira!

Em agosto a convite de um amigo resolvemos passar o fim de semana em Salvador. Queríamos conhecer  os pontos históricos e desfrutar a alegria contagiante do povo baiano. Obviamente que meu senso critico foi atento para comprovar de perto a famosa preguiça baiana.

Na sexta peguei  o voo de São Paulo a Salvador com escala em Belo Horizonte. Durante o voo leio um pequeno guia turístico onde aprendo que a origem da palavra soteropolitano vem do grego Soterópolis, que significa “cidade do salvador”, também tomei conhecimento dos principais pontos turísticos do meu passeio.

Na escala em BH nitidamente embarcam os nativos da terra de destino. Na fileira da frente senta-se um garoto com roupas de “mano”, bonezinho na diagonal e ouvindo um axezinho, obviamente sem utilizar o fone. Ao meu lado senta-se um homem que deveria ter por volta de uns 40 anos que após algumas ligações de seu smarthphone para sua atual esposa e para a ex, coloca um axezinho para alegria da galera.

Crianças chorando, mulheres trocando receitas, falando mal da vizinha, de traições, do bucho do marido que será cortado com a “pexera”. Enfim, uma interação que só se vê em batizado do filho da vizinha. Na hora do lanchinho então, ouve-se lá  atrás:

– Oh moça, me dá mais um docinho desse ai pra criança num chorá!

– E lá vai a aeromoça sorrindo com uma barra de cereal. E antes de entregar o “docinho” escutamos mais a frente.

– Oh moça, se deu pra ela também vou querer mais!

Penso comigo:

– Jesus! – O que me fez lembrar de uma amiga que dizia: – Jesus me chicoteia!

O avião pousa e a alegria é geral, todos tentam sair ao mesmo tempo, falatório constante, o contínuo choro das crianças. E tento me acalmar:

Calma Luciano, está acabando, está acabando!

Ao desembarcar localizei um posto de serviços de táxi. Para ser atendido tive que esperar as três atendentes combinarem como iriam ao show do Capital Inicial que iria acontecer dentro de alguns dias. Após definirem as roupas, o local de encontro, e ônibus que iriam pegar uma delas resolve me atender:

– Pois não senhor, precisa de um táxi?

– Não, preciso de um sorvete! – obviamente foi o que pensei.

Respondi:

– Sim, para a Avenida Oceânica, por favor.

– São R$ 99,00. – Informou-me a atendente.

– R$ 100.00? Que caro! – interfere a atendente ao lado.

– Não! Não, eu errei, são R$ 99.00. – retruca a minha atendente, toda atrapalhada.

– Então sua abestada, são R$ 100,00 – responde sua colega.

E inicia-se uma nova discussão que durou uns 5 minutos, onde concluíram que para se chegar a R$ 100,00 seria necessário apenas acrescentar R$ 1,00 ao montante de R$ 99,00.

– Débito por favor. – Digo em tom veemente estendendo meu cartão, notoriamente impaciente.

Silêncio geral… as três perceberam minha irritação com o péssimo atendimento e a atendente suaviza a voz e robotiza as ações para finalizar a compra.

Enfim, chego ao hotel, encontro meu amigo, colocamos o papo em dia, vamos a um barzinho próximo ao hotel muito bem localizado, porém com um péssimo serviço.

Todas as impressões até o momento são ruins.

No dia seguinte conhecemos o Pelourinho com todos os seus atrativos, o Elevador Lacerda,  Mercado Modelo, o Palácio Rio Branco. Tudo isso em companhia do “Alexandre”, um guia que pela metade do preço – segundo ele – nos mostrou o centro histórico de Salvador.

– A gente fazemos o melhor para o turista – dizia o guia com frequência.

– A gente não podemos levar o turista nas loja.

– Quando o turista chega com uma máquina cara – referindo-se a minha Nikon D5000 – a gente sabemos que tá interessado.

Apesar das conjugações verbais errôneas e exageradas, Alexandre fez seu trabalho direitinho. Particularmente não ouvi 90% de todas as explicações que ele deu pois estava fotografando o que me chamava atenção, ou seja, tudo. Meu amigo deu mais atenção a ele não sei se por educação ou por estar realmente interessado.

Almoço no Mercado Modelo e pôr-do-sol na praia da Barra, finalizaram o dia. Um jantar no Shopping da Barra fez-me sentir mais próximo ao meu habitat e pensar em minha frase predileta: Cidade é São Paulo!

Consultamos pela internet algumas baladas na cidade, e meu amigo resolveu pedir umas dicas com um soteropolitano que trabalhava na Lan House do shopping, das casas noturnas da capital:

– Amigo, conhece uma boa balada para nos indicar ai? – perguntou meu amigo.

– Aaah (som arrastado)! Pergunta pro taxisseiro! – respondeu o baiano.

Meu amigo volta e me conta o fato, o que levou-nos a bons momentos de gargalhadas.

Encontramos uma balada que nos chamou a atenção e decidimos arriscar. Na saída da Lan House meu amigo questiona novamente:

– Amigo, conhece a balada X? (não me recordo o nome). É boa?

– Ééééé! Responde o baiano arrastando a resposta e deixando a boca semiaberta, fato que rendeu outras boas gargalhadas.

Balada, Forte de Santo Antônio da Barra foram outras atividades antes da hora de ir embora. Não estávamos no mesmo voo, na verdade havia uma diferença de quatro horas entre o voo de meu amigo e o meu. Como eu tinha uma tarde ainda pela frente, voltei ao pelourinho para fazer compras e, surpresa!

O centro histórico de Salvador fecha aos domingos, fato este que não consta em nenhum guia. Encontrei algumas lojas abertas, comprei um ou outro souvenir e voltei a andar pela orla, passei no hotel para pegar minhas coisas, aeroporto, e após três horas estava de volta a minha cidade maravilhosa.

Moral da história. A viagem foi excelente, principalmente quando se tem uma boa companhia. Quanto às impressões do povo baiano, realmente não foram as melhores. Não encontrei um povo preguiçoso, e sim mal educado. O sorriso e alegria contagiante vendida mundo afora é proveniente do quanto você gasta neste ou naquele estabelecimento. Afinal de contas, turismo é um produto do velho capitalismo, e o sorriso e a simpatia são as ferramentas para execução deste trabalho. Conhecer Salvador é um passeio básico e obrigatório aos brasileiros, afinal faz parte de nossa história, e a interação com sua gente depende do quanto você está disposto a gastar.

Quanta gentileza!

* Por Luciano Daniel, do blog Velasque.

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A geração “nem-nem”!

Esta semana li uma reportagem no jornal Folha de S. Paulo sobre o crescimento no país da geração “nem-nem” (tradução livre do termo ni-ni, ‘ni estudian ni trabajan’, usado em espanhol). Essa geração representa hoje mais de 2,4 milhões de pessoas no Brasil. Mais de dois em cada dez jovens brasileiros entre 18 e 20 anos se encontravam nessa espécie de limbo em 2009 (ano em que foi realizada a pesquisa). Resumindo: capital humano ocioso.

Vocês conseguem imaginar a quantidade de gente “a toa” nesse Brasilzão?

Ok, aí na hora que uma empresa decide dar oportunidade de trabalho esbarra em alguns graves problemas, como:

– a exigência de um mínimo de experiência profissional (não existe)

– idioma (português, genten!!!)

– alto índice de “especialização, mestrado e doutorado” em Orkut (e zero de Office, programa básico em qualquer empresa)

Dureza, hein?

Enquanto eu lia a reportagem, pensava: “Ai, meu Deus, mas essa galera vive de quê?”

Aí a repórter me responde no parágrafo abaixo, na própria matéria: “Segundo especialistas, há jovens que decidem adiar os planos de trabalhar porque a renda da família engordou. Jovens de famílias nas quais algum membro recebe transferências do governo, como o Bolsa Família, acabam incentivados a não buscar trabalho”, afirma José Márcio Camargo, da PUC-RJ e da Opus Gestão de Recursos.

Fala sério!

Vivemos num país onde não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar capital humano em formação. Especialmente porque esses jovens da geração “nem-nem” estão numa faixa etária de quem tem potencial para se dedicar em algo que vai moldar seu caráter. Aumentar a cada ano as estatísticas de quem vive no limbo de beneficiários do governo não dá! As oportunidades estão aí, e não são poucas, é preciso apenas VONTADE de arregaçar as manguinhas e desejo de querer ser alguém nesta vida. Fazer a diferença, sabe? Melhor do que ignorar que cabeça serve pra pensar e pernas para andar! Opa, se mexe, então…rs!

Ô gentileza!

* Por Tammy de Andrade

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A gentileza da democracia!

Já que estamos a menos de uma semana da eleição acho que faz sentido compartilhar com vocês um episódio que aconteceu comigo e uma amiga. Alguns anos atrás fizemos um trabalho de divulgação para a imprensa nacional da vinda ao Brasil do primeiro ministro de um país asiático e de toda a comitiva que participaria de um evento internacional e visitaria o presidente Lula, em Brasília.

Durante a administração desse premier no seu país a mídia sofreu uma série de medidas restritivas. A censura jornalística é praticada em vários níveis nos países do Sudeste Asiático. Os jornalistas podem ser multados, sentenciados a prisão, sofrerem processo criminal por comentários que sejam interpretados pelas autoridades como difamatórios ou prejudiciais.

Quando fiquei sabendo exatamente com quem estávamos lidando era tarde demais para desistir. Dois anos depois daquele trabalho o premier foi deposto por uma junta militar e hoje é considerado foragido da justiça em seu país por inúmeras acusações. Enfim, resolvi contextualizar este post com essa breve experiência para refletirmos sobre nossa realidade “democrática”.

Algumas semanas atrás, quando a revista Veja publicou a reportagem bombástica sobre o caso Erenice Guerra deixou claro em seu editorial que a notícia faria brotar acusações de que o objetivo da matéria era prejudicar a candidata Dilma Roussef. Mas, e aí? Publicar ou não publicar? Publicar, claro! Como a própria revista escreveu: “O jornalismo é uma atividade dedicada à busca da verdade e sua revelação em benefício do país”.

Temos a “sorte” de viver num país democrático e, oficialmente, sem censura (apesar de, implicitamente, ter conhecimento de algumas medidas e atitudes muito sutis que surgem no meio do caminho). Pena que apenas a minoria esmagadora dos eleitores do nosso país usufrui desse benefício lendo reportagens sobre a realidade, como escândalos descarados na política e propinas negadas até a morte. Negar é uma alternativa comum, já que o povo não tem memória. É preciso se informar sobre os candidatos do momento. É preciso analisar, questionar, pesquisar e votar de forma consciente.

Domingo é dia de agir com gentileza nas urnas, pessoal!

* Por Tammy de Andrade

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